POEMAS EM NOSSA VITRINE

 

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Bocage - O Nosso PatronoBocage - Nosso Patrono

 

Poeta - Euclides Cavaco - "Consagrado"

Poeta - Euclides Cavaco"Consagrado"

Poeta - Nelson Fontes Carvalho - "Consagrado"

Poeta - Nelson Fontes "Consagrado"

Poeta FOREVAL - Consagrado

Poeta - Foreval  "Consagrado"

 

Poeta - Nelson Fontes Carvalho - "Grande Sonetista"

Poeta - Nelson Fontes Carvalho - "Grande Sonetista"

 

POEMAS

AUTOR

   

Majestoso Cacilheiro

Euclides Cavaco - London - Canadá
 

 

Alerta

FOREVAL - Alemanha ...
   

JUDITE, MULHER SENHORA

João da Palma - Portimão... (Um dos grandes sonetistas)
   

A Deus me Confesso

Joel Lira - Amora - Portugal

 

 

Bocage

José  Manuel da Cruz Vaz Jacinto

 

 

É Preciso Cultivar

Luís Fernandes - Amora - Portugal

   

Saudação Festiva

Nelson Fontes Carvalho - Belverde/Amora - Portugal
   

Pés Descalços que falam por si!

Pinhal Dias - Amora - Portugal
   

Dotes Quiméricos

Nelson Fontes Carvalho - Belverde/Amora - Portugal
   

V Antologia Poética

Euclides Cavaco - London - Canadá

 

 

Mensageiro da Poesia

Rosélia Martins - Loures ... (Ahonra com seus escritos)
   
   

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Majestoso Cacilheiro

 

Majestoso Cacilheiro
No teu velhinho roteiro
Vais de Lisboa a Cacilhas
Sulcando as águas do Tejo
Quando viajo em ti vejo
De Lisboa as maravilhas...

Logo que do cais desfilas
Gozo as águas tranquilas
Do Tejo teu namorado
E ali quase de fronte
Vejo a imponente Ponte
Como um pedaço de fado...

Vejo a margem ribeirinha
Que de Lisboa é rainha
Vejo o Castelo e a Sé
Vejo a Praça mais robusta
O Arco da Rua Augusta
E vejo o Cais do Sodré.

Entre muitos monumentos
Eu vejo os Descobrimentos
E a Torre de Belém
Cacilheiro tens nobreza
Por nos mostrares a beleza
Que a nossa Lisboa tem !...

Euclides Cavaco

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SAUDAÇÃO FESTIVA

 

Salvé, confrades meus! Bravos camonianos,

Que tão alto elevais a poesia do Mensageiro,

Dais-lhe tanto esplendor e tanta pansofia

Que recorda a gala, enfim, dos vates Elmanos!

 

 

Tendes a facúndia desses queridos lusitanos,

Mostram que vossos poemas têm cunho herdeiro,

Desse tempo que poetas tinham lugar primeiro

Nos saraus com aplausos, triunfantes palacianos!...

 

 

Eu sinto-me ditoso, entrando nesta grei,

De poetas, genuínos, bons, co’ o ouro de lei,

Onde me ponho à disposição em qualquer hora!...

 

 

Assim, saúdo todos confrades nesta jornada,

Queremos o Mensageiro co’o LUIS na parada,

Pra que a poesia volte à ribalta n’AMORA!

 

 

Nelson Fontes Carvalho

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É PRECISO CULTIVAR…

 

Amizade união e paz,

São palavras maravilhosas

Que o homem não é capaz,

De utilizar nas coisas.

 

Coisas que prendem a vida,

Que nos une e nos consola

Não têm preço nem medida,

Nem precisa pedir esmola.

 

Porque a vida de cada dia

Se faz com união e paz,

Música, ternura e poesia,

Na verdade, tudo isso se faz.

 

Com amor de quem nos ama,

Deus sabe e justifica,

O que sentimos na alma

No amor não se explica.

 

Precisamos cultivar em paz

Para que possamos alcançar:

Em qualquer lugar, onde se faz

O que se precisa é valorizar.

 

Luís. F. N. Fernandes

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PÉS DESCALÇOS QUE FALAM POR SI

 

Sejam pés brancos, amarelos ou negros

São sempre pés dignos de sua caminhada!

Dos pés bem calçados aos descalços

Deviam ser pés bem tratados,

Muito bem conservados.

Pés descalços que falam por si!

Fazem realçar em plástico moldado,

Por atilhos, tiras entre dedos

Bem se livram de enredos

Caminhando o dia inteiro

Por serem pés iluminados!

Livres! Pés de mensageiro!

Com sua imagem de pobreza

Vingam outros em riqueza!

Fortes e fracos mas, são afirmados!

Ainda hoje co-habitam entre nós

Pés descalços que falam por si!


Pinhal Dias - Amora - Portugal

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A DEUS ME CONFESSO

 

Sei que errei, pequei e a Ti me confesso:

- por palavras, escritos e pensamentos!

O Teu Perdão, saberei se O mereço

Quando a noite silenciar meus tormentos!

 

Enquanto viver, nunca esquecerei

A Tua Vinda, o Bem e os mandamentos.

E, em nome dos Homens Te rogarei, Te pedirei

Que lhes Tires, da cabeça, maus momentos.

 

É que eu nada sou para mim próprio julgar!

Só Tu Sabes a razão do meu caminhar

Pela Terra fria, negra, quase ao avesso

 

Que a Tua Luz, Força, Amor, possam morar

Dentro da minha alma em cada respirar

Já que errei. Pequei. É a Ti que me confesso!

 

Joel Lira

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DOTES QUIMÉRICOS!

 

AO PINHAL Agradecendo o elogio

“ que sei fazer sonetos”…

 

 

Fazer versos com dom não é pra todos,

Embora ser perfeito é seu desejo,

Requer inspiração, saber, até cotejo,

E, mormente, arte e sinonímia a rodos!

 

 

Seu fim é, mostrar que sabe de sobejo

Burilar bons poemas, sem engodos,

N’uma forma lírica, em livres modos,

Ou riqueza poética de seu manejo!

 

 

 Enfim, dotes que não tenho, nem m’assumo

Como vate? Vêem bem nada tem sumo,

Não posso impor à poesia, tal embaraço!....

 

 Contudo, fervilha em minha mente versos,

Que gostava de lhe dedicar submersos,

D’AMIZADE, envoltos n’um abraço!

 

 

Nelson F. carvalho / BELVERDE

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Lançamento da  V  Antologia do MENSAGEIRO DA POESIA  por Euclides Cavaco

 

 Hoje e aqui

Neste espaço

A poesia

Dá mais um passo

Vai mais além

Pela mão e cortesia

Do labor de alguns poetas

Que no papel expressou

O que da alma lhe vem

Em excelso entendimento.

E o  suor das canetas

Que o papel enxugou

A mais um livro emprestou

O seu saber e talento.

 

Hoje e aqui

Soam mais alto as trombetas

Do Mensageiro da Poesia

Transcendendo sentimento

Com vigor e euforia

E assaz contentamento

Dando ao mundo a conhecer

Destes autores as facetas

A arte do seu saber

Não ficará nas gavetas

O Mensageiro porfia

Mais uma vez a oferecer

Neste livro de poesia.

 

Hoje e aqui

Este evento

Faz feliz nosso Patrono

Bocage no etéreo assento

Vai assitir do seu trono

Em Divina sintonia

Ao egrégio lançamento

Desta nossa Antologia.

 

Parabéns a todos

Euclides Cavaco - Canadá

 

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AO MENSAGEIRO DA POESIA- Rosélia Martins - Loures

Parabéns ao mega produtor
desta poética encenação
foi feito com muito amor
poesia de todo o coração
 
parabéns aos bons autores
poetas alguns conhecidos
vos envio os meus louvores
neste programa bem tecido
 
parabéns ao Mensageiro
da Poesia tão enriquecido
pela mão de um marinheiro
a quem está  agradecido
 
de Amora para toda a Terra
estes sons plenos de alegrias
simples mas tudo encerra
a alma do poeta Pinhal Dias
 
 
   Rosélia Martins-2 Agosto 2007

 

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ALERTA!...

 
Escreve Poeta;
exalça teu pensar!...
FALA-NOS D'AMOR!
- Só assim consegues matar
o estertor
que te inquieta!...

"Escreve Poeta, escreve...
PROMULGA A TUA ALMA!
A pena quando é leve
Tudo acalma!"

Escreve Poeta;
ensina-nos a amar!...
MOSTRA TEU VIGOR!
- Só assim podes desbaratar
o rancor
que te afecta!...

"Escreve Poeta, escreve...
NUNCA DESISTAS!
Que a vida é breve
E há poucos idealistas!"

Escreve Poeta...
e MANTEM-TE ALERTA!!!



                      FOREVAL

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JUDITE, GRANDE SENHORA

Mulher assim como és, mulher diferente!...

Segura, cuidadosa e deslumbrante

Senhora, esposa e mãe tão importante

Num mundo mentiroso, assaz doente!...

 

Mulher mãe, dia e noite tão presente

Ainda és a filha relevante…

Mulher perseverante e constante…

Esposa quanto baste fielmente!...

 

Mulher comunicável sofredora…

Tão nobre, carinhosa e tão Senhora

Na rota do meu ser, és lampião!...

 

Um máximo expoente vida fora…

Marido e filha sempre hora a hora

Querida de tão nobre coração!...

 

                           

João da Palma - Portimão

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BOCAGE

 

Nem pensavas,

Manuel Maria,

Que um dia

ias ficar

colocado,

Em cima de um pilar,

entre a serra e o mar,

Onde te vejo hoje,

Que estou aqui sentado

Ao luar

na tua Cidade,

que sempre te soube amar.

 

 

Mas agora que me aproximo,

E de perto, olho para o cimo,

tenho já que me emendar,

Pois não sei por que desatino

Chamei à tua estátua, um pilar.

 

É uma coluna com pregas,

De que o vento foge

A assoprar,

Venha da Arrábida

ou do mar,

do Sado

ou de outro lugar.

Venha depressa

ou devagar.

 

Mas não é uma coluna qualquer,

é das antigas, coríntia,

com pedestal e capitel

e em cada uma das 4 faces,

distinta,

entre as volutas

e as folhas de acanto,

está a lira, que acompanha o teu canto

coroada de rosas, Manel,

que na mão direita tens a pena

e na esquerda, folhas de papel.

 

 

Elmano Sadino, anagrama

de Manoel do Sado, que Setúbal ama

e fez ficar eternizado,

neste monumento sagrado,

em Praça Bocageana.

E em Janeiro de 2008,

vejo-te ali em cima,

imortalizado,

tu, que desde o Sec. XVIII,

és Vate, por todos venerado.

 

 

José  Manuel da Cruz Vaz Jacinto

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